Una breve storia della Comunità Italiana di Itapira

Quanto aqui os portugueses chegaram queriam a propriedade porém sua utilidade efetiva era de posto de abastecimento das rotas de comércio luso-indianas. O método do saque era comum no processo de adquirir ervas, temperos e outras especiarias. No entanto na primeira tentativa de saque aos Tupi, 1517 próximo a Salvador, os Guarani saiam de todosContinuar lendo “Una breve storia della Comunità Italiana di Itapira”

Y-ita-pirá 1.9

É preciso entender que nenhum vivente pode afirmar, empiricamente, sobre as corretas pronúncias e/ou traduções de palavras e conceitos que vagam pela História da Humanidade. Já é bastante complexo trabalhar com línguas vivas: basta assistir um filme estrangeiro legendado e depois dublado para notar como o uso das palavras podem mudar para contar uma mesmaContinuar lendo “Y-ita-pirá 1.9”

Y-ita-pirá

De fato somos filhos do inusitado. Conhecida no Mundo pelo pelo maior complexo de saúde mental da América Latina e também pelo refino de psicoativo, Itapira, tenta ser lembrada como: A Linda; pela sua real-oficial formosura geográfica.Nunca espere algo de um itapirense, anãoser reclamação de suas próprias origens. Nada é mais brasileiro do que oContinuar lendo “Y-ita-pirá”

Sobre 1820: contextualizando o local

“(…) o verde da relva, tão grato à vista, e os dos bosques, de coloração mais carregada. Ficamos a imaginar se esses capões de mato não são os restos da floresta que encontramos perto de Mogí-Mirim, e se a região não foi outrora coberta de árvores até São Paulo. (..) talvez, qualquer amante da natureza,Continuar lendo “Sobre 1820: contextualizando o local”

Vivência pública

Havido leitor, precisamos conversar sério;Cresci escutando causos e contos, a forma do caipira de ensinar sobre o que verdadeiramente importa. Minha eterna Gratidão aos meus avôs: Elydia Cima e Elbe Marquezini. Meu avô se banqueteia com os Deuses, minha avó conversa comigo sobre a vida. Em casa mãe e pai liam um conto por noiteContinuar lendo “Vivência pública”

Arandu porã III

Esse é o terceiro ensaio sobre aspectos do que eu chamo de Cosmologia Tupi, uma teorização generalista da fé nativa brasileira a partir do limitado conhecimento que temos sobre os povos, tendo como principal base a cultura Guarani Mba’e.No primeiro ensaio o foco foi apontar a ligação da fé com o sistema produtivo, revelando aContinuar lendo “Arandu porã III”

Arandu porã II

No ensaio anterior apresentei algumas bases que suportam a afirmação de que a devoção Tupi consiste em um compêndio de saberes, transmitidos por gerações pela oralidade (no caso Guarani há pelo menos 6000 anos), essenciais a vida de qualquer um que necessite de uma relação mais direta com a produção de alimentos. Neste movimento oContinuar lendo “Arandu porã II”

Arandu porã

É conhecido que ainda resistem ao menos 10 povos nativos no Brasil, totalizando mais de 181.400 indígenas. Estima-se que quando os europeus por aqui chegaram eram mais de 15 milhões de indivíduos, espalhados pelas florestas Amazônica e Atlântica (incluindo as partes que se encontram atualmente sob domínio de outros países). E sabemos que habitam esteContinuar lendo “Arandu porã”

Itapira de todos e do tempo

A noção do tempo histórico é fator essencial para o entendimento destes ensaios sobre a História de Itapira. Assim proponho o exercício reflexivo a partir de alguns parâmetros gerais sobre a humanidade no planeta Terra, sendo 1 (um) ano  o tempo que a Terra gasta para dar uma volta em torno do Sol.Itapira está completandoContinuar lendo “Itapira de todos e do tempo”

Itapira 200

Oficialmente, em 24/10/2020 Itapira completará 200 anos de sua fundação.Soube aproveitar algumas oportunidades de aprofundar estudos históricos dirigidos na História de Itapira. Para a conclusão do curso de licenciatura estudei com mais ímpeto a relação entre as micro histórias com as superestruturas sociais. Sempre atento às consequências, divergências, confluências e influências. Sem deixar de ladoContinuar lendo “Itapira 200”

Ao soldado desconhecido

Ideologia mata. A primeira vez que ouvi isso foi no curso de História, da PUC-Campinas. Eu já estudava os movimentos que culminaram no que chamamos de Revolução de 1932. Fiquei em choque. Fechei a cara. Nem lembro sobre a explanação do professor sobre essa afirmação. Mas ela ficou martelando na minha cabeça.Estima-se que mais deContinuar lendo “Ao soldado desconhecido”